Abrir as janelas
Deixar vir o sol
Que ilumina meu rosto
Penetra na minha pele
Banha as árvores na rua
Abir os vidros
Deixar entrar ar
Que renova meu corpo
E me deixa queimar
Com o frescor do dia.
Abrir os olhos
E convidar a luz às minhas pupilas
Deixar que tudo fique claro
Deixar que tudo sejam cores
Para aproveitar ao máximo.
Abrir a mente
Não atropelar nenhum pensamento
Que todos sejam bem-vindos
Pois o fluxo da minha consciência
Tem andado rápido demais.
Abrir o coração
Deixar que ele se emocione
Não mais ser impassível
Deixar-me encantar
Pelo mundo ao meu redor.
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